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Casa das ONGs anuncia programação para o período da COP 30, em Belém (PA)

A grade de atividades abrange desde painel climático de Belém, justiça habitacional e soberania alimentar, além de oficinas inusitadas como "memes para salvar o clima"

Publicada em 23/10/2025 às 18:33h

Plantão365News/ Matéria: Igor Piotto


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Casa das ONGs anuncia programação para o período da COP 30, em Belém (PA)
 (Foto: Maicon Ouglas )

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A COP 30 – Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – acontece em novembro, em Belém (PA). As discussões oficiais, organizadas em eixos temáticos, nem sempre incluem a população, suas expectativas e saberes. Por isso, a Abong – Associação Brasileira das ONGs – divulga a programação da Casa das ONGs, um espaço gratuito e aberto na cidade, dedicado a ampliar a voz da população amazônida e da sociedade civil nos debates sobre as Mudanças Climáticas, garantindo demandas e pautas que muitas vezes não chegam às discussões oficiais. 

 

A iniciativa contou com mais de 250 projetos inscritos, dentre eles 41 propostas são de organizações associadas à Abong. Alguns dos grupos que promovem ações na Casa das ONGs são: ONG Criola, Instituto Pólis, Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdade (CEERT), Greenpeace Brasil, Oxfamoxfam Brasil, Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (ABGLT), Instituto Mulheres do Amapá (IMENA), Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade, Instituto Geledés, Ação Educativa e a Associação Agroecológica Tijupá, entre outros.

“Para a Abong foi uma grata surpresa a quantidade de projetos inscritos. Recebemos mais de 250 propostas de atividades que visam proporcionar e compartilhar os conhecimentos e anseios da sociedade em prol da conscientização e da mudança climática”, explica Guilherme Carvalho, membro da Diretoria Executiva da Abong - PA. “O número de organizações e grupos interessados demonstram que a sociedade civil quer ser ouvida e participar das discussões e decisões para o enfrentamento da crise”, enfatiza Guilherme.

 

A Casa das ONGs estará aberta a todos entre os dias 10 e 12 e 16 e 19 de novembro, com atividades acontecendo desde às 10h até às 19h30. A programação completa fica disponível no site da Abong

 

 

Programação parcial

 

Segunda-feira, 10 de novembro

 

14h - 15h30: Oficina “Bêabá da COP”

14h - 15h30: Roda de conversa “Ação Filantrópica para a Justiça Habitacional”

14h - 15h30: “Painel Climático da Região Metropolitana de Belém: dados racializados para políticas públicas de justiça climática”

16h - 17h30: Oficina “Água que cura: tecnologias sociais e educação em saúde para comunidades ribeirinhas”

16h - 17h30: Oficina “Vozes da Periferia: arte urbana, juventude e justiça climática na Amazônia”

16h - 17h30: Oficina “O protagonismo feminino na agricultura Periurbana e Segurança Alimentar: soluções locais para a crise climática”

 

 

Terça-feira, 11 de novembro

10h - 12h: Roda de conversa “Rios que se Encontram: Vozes Globais por Justiça Climática”

10h - 12h: Roda de conversa “Educomunicação, Arte e Juventude: Expressões para a Justiça Climática”

14h - 15h30: Painel “Transição Energética Justa em Movimento: Ancestralidade e Inovação”

14h - 15h30: Roda de conversa “A COP passa, e os territórios permanecem: Diretrizes de Financiamento Climático para as Periferias”

14h – 15h30: Oficina “IA, Justiça Climática e Defesa dos Territórios”

16h – 17h30: Oficina “Memes para salvar o clima”

16h - 17h30: Painel “Saberes e resistências das Mulheres da América Latina”

16h - 17h30: Roda de conversa “Corpos, Territórios e Resistências: Vivências LGBTQIA+ e Justiça Climática”

 

Quarta-feira, 12 de novembro

10h - 12h: Roda de conversa “Do Cerrado ao Mar: Conexões Pela Biodiversidade e Justiça Climática”

14h - 15h30: Painel "Fortalecendo Redes pela Justiça Ambiental: O Papel do Acordo de Escazú"

14h – 15h30: Painel “Resistências Territoriais dos Povos das Águas”

16h - 17h30: Painel “Estratégias de financiamento internacional para os territórios”

16h - 17h30: Roda de conversa “Mulheres que Transformam Territórios: Agroecologia e Sustentabilidade”

16h – 17h30: Roda de conversa “Juventudes Amazônidas pelo Clima: Saberes e Ações Locais”

18h – 19h30: Painel “Moradia Digna e Justiça Climática: Diálogos sobre Direitos e Territórios”

 

Domingo, 16 de novembro

10h - 12h: Roda de conversa “Proteção dos territórios pela boca de quem faz: justiça climática, cultura e resistências do Amapá”

10h - 12h: Painel “Deslocamentos de Pessoas e Justiça Climática: Vozes e Propostas desde os Territórios”

14h - 15h30: Painel “Justiça, Memória e Clima: Vozes Indígenas na busca pela Reparação e direito ao Futuro”

14h – 15h30: Roda de conversa “Por Justiça e Bem Viver: Resistências Negras e Periféricas na Amazônia”

16h - 17h30: Roda de conversa “Caminhos Comunitários para a Transição Energética Justa”

16h – 17h30: Roda de conversa “Soberania Alimentar, Políticas Públicas de Agroecologia e Cultivo da Vida nos Territórios”

 

Segunda-feira, 17 de novembro

10h - 12h: Painel “Desinformação e Negacionismo Climáticos: impactos e estratégias de enfrentamento”

14h - 15h30: Painel “Mulheres Negras no Centro da Justiça Climática: resistências, saberes e incidência”

14h – 15h30: Roda de conversa “Periferias em Crise Climática: experiências, saberes e justiça urbana”

16h - 17h30: Roda de conversa “Justiça Climática e Protagonismo Comunitário: estratégias de restauração, agricultura e saberes tradicionais”

16h - 17h30: Painel “Infância, Justiça Climática e Racismo Ambiental: diálogos transnacionais”

16h – 17h30: Painel “Fortalecendo Vozes e Territórios: Financiamento e Protagonismo Comunitário”

 

Terça-feira, 18 de novembro

10h - 12h: Oficina “Corpo-Terra: yoga, cuidado coletivo e caminhos para o Bem Viver”

10h - 12h: Painel “Agroecologia, Território e Justiça Climática”

14h - 15h30: Painel “Juventudes do Sul Global: Justiça Climática, Territórios e Transição Justa”

14h - 15h30: Roda de conversa “Comunicação, Território e Justiça Climática: Vozes Quilombolas e Periféricas em Movimento”

16h - 17h30: Roda de conversa “Territórios de Resistência: Os casos de Barcarena, Fortaleza, Tapajós e Maceió”

16h - 17h30: Roda de conversa “Clima de Cuidado: Gênero, Juventude e Direito à Cidade”

18h – 19h30: Painel “Justiça Climática, Financiamento e Direitos Humanos: desafios e articulações possíveis”

 

 

Quarta-feira, 19 de novembro

14h - 15h30: Oficina “Financiamento e Redes de Justiça Climática”

16h - 17h30: Oficina “Comunicação popular como estratégia de mobilização para justiça climática”

16h - 17h30: Roda de conversa “Territórios Garantidos: Direitos de Povos e Comunidades Tradicionais”
















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