
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, voltou a fazer críticas públicas ao senador Flávio Bolsonaro ao comentar denúncias e investigações que, ao longo dos últimos anos, relacionaram pessoas ligadas ao entorno político da família Bolsonaro a grupos criminosos atuantes no estado do Rio de Janeiro.
Freixo afirmou que é necessário aprofundar investigações sobre possíveis conexões entre agentes políticos e organizações criminosas, destacando que o combate às milícias e ao crime organizado deve ocorrer sem distinções partidárias. O tema voltou ao centro do debate após novas discussões políticas e publicações envolvendo adversários e aliados do senador.
As declarações retomam episódios anteriores envolvendo homenagens concedidas por Flávio Bolsonaro a figuras posteriormente investigadas por ligação com milícias, além da atuação de ex-assessores e pessoas próximas ao seu círculo político. Freixo já havia cobrado esclarecimentos públicos sobre essas relações em diferentes ocasiões.
Por outro lado, Flávio Bolsonaro nega qualquer vínculo com organizações criminosas e afirma que as acusações são motivadas por disputas políticas. O senador também tem recorrido à Justiça contra publicações e perfis que associam seu nome ao crime organizado, alegando ataques à sua honra e disseminação de informações falsas.
Nos últimos meses, o tema voltou a ganhar repercussão nacional em meio à polarização política e à divulgação de vídeos e conteúdos nas redes sociais que relacionam o senador a investigações e personagens ligados ao submundo do crime no Rio de Janeiro. A defesa de Flávio sustenta que não existe comprovação de participação ou envolvimento direto em atividades criminosas.
Com informação/ msn.com